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terça-feira, 8 de abril de 2014

Ontem a vítima foi Adelir, amanhã pode ser você!

O Movimento de Humanização do Parto, está organizando para o dia 11/04, manifestações em frente ao Ministério Público de diversas cidades do Brasil. Aqui em Salvador a página do evento encontra-se no facebook, junte-se a nós, vamos dar m basta na violência obstétrica, que também é violência contra mulher.

Ato Pelo direito de decidir, contra a violência obstétrica
 
Quando? 11 de Abril de 2014]
Onde? Sede do Ministério Público na Av. Joana Angélica, Salvador/BA
Que horas? 15h.

Traga seu cartaz, traga seu tambor, traga sua indignação!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Roda de Gestantes do Litoral Norte da Bahia (Imbassaí)

Nossa querida Hellen Chang (Doula), está morando no litoral norte da Bahia, em Imbassaí e com ela vai nascendo um espaço para falar, sentir e viver gestação, parto, maternidade, paternidade e temas relacionados que nos encantam desse universo prazeroso. 
Ela convida para a primeira roda do Litoral, sejam bem vindos!


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Marcha pela Humanização do Parto em Salvador

Sábado 19 de outubro de 2013

Concentração no Cristo da Barra 9:00 h da manhã, saída 9:30 em direção ao Hospital Português.

Clique aqui, fique por dentro e sinta-se a vontade para construir conosco esse movimento.  

O ato pretende chamar atenção para a Humanização do Parto e apoiar profissionais de saúde e Instituições Púbicas e Privadas que seguem as evidências científicas atuais, as recomendações do Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde.

No próximo sábado e domingo (19 e 20 de outubro), a partir das 9 horas da manhã, famílias, ativistas e profissionais de Saúde farão manifestos em diversas cidades do país em prol da Humanização do Parto.
A iniciativa partiu de grupos de mulheres que se articularam via rede social depois de alguns episódios contrários ao trabalho de profissionais de saúde e Instituições Públicas e Privadas que atuavam de modo coerente e de acordo com os estudos atuais sobre assistência ao Parto e as recomendações do Ministério Público e Organização Mundial da Saúde (que leva em consideração o respeito ao protagonismo da mulher e uma experiência respeitosa de nascimento, contra a realização de procedimentos invasivos sem indicação clínica). Hoje, infelizmente, sabemos de alguns Hospitais e Casas de Parto, obstetras, obstetrizes, doulas que vêm sofrendo uma restrição velada.
A manifestação dá continuidade a uma série de atividades que vêm ocorrendo desde 2012, quando foram realizados os primeiros protestos, com participação de 32 cidades. Este ano, o ato também será nacional e até agora 15 cidades já estão confirmadas.
Em São Paulo, a Marcha tem como principal objetivo cobrar celeridade da Justiça Federal no julgamento da Ação Civil Pública encaminhada pelo Ministério Público Federal em 2010 sobre número excessivo de cesarianas realizadas no sistema de saúde suplementar.
O Movimento pela Humanização do Parto afirma, ainda, que não é contra a realização de cirurgias cesarianas, mas considera que elas devem ser feitas apenas quando há risco envolvido e comprovado para mãe ou bebê e não de forma eletiva e fora do trabalho de parto, como tem ocorrido em todo país.
Em repúdio à decisão arbitrária em punir profissionais e Instituições que praticam a Assistência Humanizada ao Parto foi idealizada uma nova MARCHA. Entre as reivindicações, além da defesa pelo direito à liberdade de escolha, pela humanização do parto e nascimento e pela melhoria das condições da assistência obstétrica e neonatal no país, também está a denúncia às altas taxas de cesarianas que posicionam o Brasil entre os primeiros colocados do ranking mundial. A frequência dessas cirurgias aumentou de 37,8% para 52,3% de todos os partos realizados entre 2000 e 2010 na rede pública e nos hospitais privados chegam à vergonhosa margem de mais de 80%. Os dados chamam atenção da Organização Mundial de Saúde, que recomenda que a taxa de cesariana, tanto na rede pública, quanto privada seja de apenas 15%. Além disso, a entidade alerta para o fato de que o excesso de cesarianas aumenta a mortalidade de mães e bebês.
Ajude a divulgar!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vivência do Sagrado Feminino na Gestação






O Projeto Acolhendo a Gestação encerra suas atividades de 2012 e convida todos interessados pelo tema para participarem da Vivência do feminino sagrado na gestação. 
Compreendemos que o processo de gestar faz parte do milagre da Vida e estar mais consciente, estabelecer uma conexão positiva com seu bebê contribui para a formação de uma sociedade mais saudável. 
O Ayurveda - Ciência da Vida, amplia a perspectiva sobre essa decisão da mulher e da família em gerar uma nova vida e recomenda algumas práticas cotidianas para que seja feita conexão com o sagrado presente no gestar e na vida antes mesmo da concepção. 


Pontos a serem abordados

  • Promover o diálogo para processo da criatividade na gestação
  • Vivenciar o silêncio interno para ampliar a interação com o bebê
  • Tomar consciência dos sentidos que faz a conexão com a Deusa interior.


Programação



Uneb - Auditório do Departamento de Ciências da Vida I
14 de dezembro de 2012


8:00 h – 08:30 h 
Recepção dos participantes

08:30 h ás 11:30 h 
  • Abertura da Roda
  • Danças Circulares sagradas
  • Diálogo com participantes


Facilitadoras:


SHERI DAMAR | Avó, mãe de 3 filh@s, filha de parto natural. Especialista em Consciência e Educação, Fundadora do Prana Dhama, Coordenadora do Grupo de Mulheres do Dhyana Spa, uma das coordenadoras o projeto Gestação Consciente e do Projeto Massagem para Gestantes - Garbhini Abhyanga. Adoula pelo Instituto Shaumbra, Doula pela Ando. Formada em Ayurveda e Panchakarma na Índia, aprofundamento em Ayurveda para mulheres com o Dr Svoboda e Dra. Claudia Welch pelo Instituto NaraDeva Shala. Deeksha Giver pela Onenes University, formação em Constelação familiar, renascedora.


MAIANA KOKILA | Administradora de si mesma, Astróloga indiana, Consultora e Professora em Ayurveda (especializada em Saúde da Mulher - Dr. Svoboda e Dra. Claudia Welch), Yoga e Massagem. Espiritual Adoula, Doula, Facilitadora de Danças Meditativas. Co-criadora do Projeto Massagem para Gestantes - Garbhini Abhyanga e Gestação Consciente. Na Índia, estudou com a parteira Marina Dadasheva (Russia) e no Nepal, Prasuti Tantra com o Dr. Rishi Ram Koirala (Ayurveda Health Home).


Sites das facilitadoras: 


Teremos um intervalo para integração, frutas, sucos, bolos e lanches saudáveis serão bem vindos para compartilharmos.

11:30 h às 12:00 h 
 Encerramento e avaliação dos trabalhos.



Organização

Mary Galvão
Chenia d'Anunciação



Maiores informações
71 3117-2461 ou smos@uneb.br
Procurar Chenia d'Anunciação

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Roda de Conversas Respeito ao Parto é Respeito à Mulher

Venha conversar conosco sobre humanização no parto, casas de parto, conhecer as vantagens da assistência nas Casas de Parto em contraposição a Hospitais convencionais.

Você sabia que os Centros de Parto Normal tem assistência pelo SUS?

O que são as casas de Parto e os Centros de Parto Normal?

Quais são as condições para serem atendidas nessas unidades?

Porque os Centro de Parto Normal fazem parte da política de humanização do parto?


A Uneb, através do projeto de Extensão Acolhendo a Gestação convida a todos interessados pelo tema, a participarem da Roda de Conversas Respeito ao Parto é Respeito a Mulher.
As Casas de Parto oferecem uma alternativa ao parto hospitalar e devolvem ao nascimento sua dimensão natural. Nas casas de parto, a gestante pode caminhar, comer, beber, tomar banho e algumas delas contam com o serviço de doulas voluntárias que trabalham exclusivamente para o bem estar materno. Outra vantagem está na autonomia da mulher que pode escolher a posição do parto, seja na água, deitada ou de cócoras. Acompanhantes são benvindos em qualquer momento. Após o nascimento, o bebê não é separado da mãe, facilitando a formação do vínculo.

Em Salvador temos há um ano o Centro de Parto Normal Marieta de Souza Pereira que funciona no Centro Espírita Mansão do Caminho e recentemente foi inaugurado o Centro de Parto Normal em Lauro de Freitas. 

UNEB Cabula - Auditório do Departamento de Ciências da Vida I.
26 de Outubro de 2012

 PROGRAMAÇÃO
 8:00h – 08:30h
Recepção dos participantes

08:30 h ás 08:50h
Exibição de filme
08:50h às 09:30h Abertura da Roda

Mediadoras:

  • Suzana Montenegro – Coordenadora de Enfermagem do Centro de Parto Normal Marieta de Souza Pereira (Mansãodo Caminho - Pau da Lima)
  • Adriana Leite Coordenadora de Enfermagem do Centro de Parto Normal de Lauro de Freitas


09:50 às 10:20 h – Lanche 

10:20 às 11:30 h – Continuação da Roda 

11:30 às 12:00 h - Encerramento e avaliação dos trabalhos.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Marcha pela Humanização do parto em Salvador






Mais uma vez, nós, as mulheres da Bahia, em consonância com o movimento nacional, Marcha pela Humanização do Parto, iremos as ruas dizermos que queremos humanização do parto e do nascimento.


Movimento fora desencadeado após as Resoluções 265 e 266/12 do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ) que vetam a participação de doulas, parteiras e obstetrizes em partos hospitalares e a participação de médicos em equipes de parto domiciliar planejado.

Em Salvador, A MARCHA PELA HUMANIZAÇÃO DO PARTO acontecerá no dia 05/08/2012, com concentração às 14 horas no Cristo da Barra.

As bandeiras da MARCHA PELA HUMANIZAÇÃO DO PARTO são:

  1. Que a Mulher tenha o direito de escolher como, com quem e onde parir;
  2. Pelo cumprimento da Lei 11.108 de abril de 2005. Que a mulher tenha preservado o direito ao acompanhante que ela desejar antes, durante e depois do parto;
  3. Que a mulher possa ter o direito de acompanhamento de uma Doula em seu trabalho de parto e parto, se assim ela desejar;
  4. Que a mulher, sendo gestante de baixo risco, tenha o direito de optar por um parto domiciliar planejado e seguro, com equipe médica em retaguarda caso necessite ou deseje assistência hospitalar durante o Trabalho de Parto;
  5. Que a mulher tenha o direito de se movimentar livremente para encontrar as posições mais apropriadas e confortáveis durante seu trabalho de parto e parto;
  6. Que a mulher possa ter acesso a métodos naturais de alívio de dor durante o trabalho de parto, que consistem em: massagens, banho quente, compressa, etc;
  7. Contra a Violência Obstétrica e intervenções desnecessárias que consistem em: comentários agressivos, direcionamento de puxos, exames de toque, episiotomia, litotomia, etc;
  8. Pela fiscalização das altas taxas de cesáreas nas maternidades brasileiras e que as ações cabíveis sejam tomadas no sentido de reduzir essas taxas;
  9. Pela Humanização da Assistência aos Recém-Nascidos, contra as intervenções de rotina;
  10. Que a mulher que optar pelo parto domiciliar tenha direito ao acompanhamento pediátrico caso deseje ou seja necessário. 
Todas as nossas bandeiras são respaldadas por evidências científicas e recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Federação Internacional de Ginecologia e Obstetricia (FIGO), Ministério da Saúde entre outras.

Chegou a hora de darmos um basta à mercantilização do parto e nascimento, não somos rebanho, não somos mercadoria, somos Humanos e temos o direito de receber nossos filhos cercados de amor, paz e, primordialmente, RESPEITO!

Contamos com seu apoio, divulgação e presença! 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Maternidade: aspectos psicológicos e emocionais.

 RODA DO FEMININO
Maternidade: aspectos psicológicos e emocionais. 

O processo da gestação desencadeia algumas alterações hormonais provocando variações do comportamento emocional que requer uma atenção especial.
Acrescido a estas mudanças, a gestante também enfrenta situações para as quais não está preparada emocionalmente gerando a necessidade de informações e apoio profissional. A escolha da equipe para atender as demandas desse período, os desejos do casal, tipo e local de parto, cuidados com o bebê e tantas outras atividades preenchem o período da gestação.
Só quando já estão em casa, muitas mães se dão conta, que não estão preparadas para a nova rotina da maternidade, uma vez que o pós-parto gera uma demanda para além dos cuidados com o bebê, amamentação, mas especialmente com o autocuidado.
Nesse contexto convidamos você para participar dessa roda de conversas, onde iremos identificar as principais mudanças físicas, psicológicas e emocionais ocorridas durante o pós-parto, período em que ocorrem as maiores dificuldades de adaptação à maternidade.

PROGRAMAÇÃO

14:00— 14:30 
Acolhendo aos participantes

14:30—15:00
Exibição do documentário Shantala de Frédérich Leboyer 

15:00— 16:00
Roda de Conversa— Nasceu e agora? Maternidade para além do gestar e parir.
Coordenadora da mesa: Mary Lúcia Galvão – Enfermeira Obstetra e Coordenadora do Serviço Médico Odontológico de Saúde da Uneb – SMOS.

Drª Marilena Pereira
Obstetra—Clínica SOMA e Centro de Parto Normal da Mansão do Caminho

Profª. Ms. Taiane Mara de Filippo
Psicóloga e docente da Unijorge

Chenia d’Anunciação

Profª Maria da Luz Aguiar O. Campos
Enfermeira e Docente da UNIME

Profª Ms. Ana Regina Graner Falcão
Fonoaudióloga e Docente do DCV I - UNEB

Enfª. Jaine dos Santos Lima
Enf.ª residente do programa de Residência Multiprofissional UNEB

16:00-18:00
Plenária: Entrando na roda do feminino
Sorteio de um Sling Umbiguinho (www.umbiguinho.com.br)
Avaliação da Roda

LOCAL

UNEB – CAMPUS I CABULA – AUDITÓRIO -Departamento de Ciências da Vida – DCV I

DATA
11 de maio de 2012

HORÁRIO
 14:00 às 18:00

PÚBLICO ALVO
 Profissionais de saúde, mães, pais, avós e todos interessados no debate.
  
ORGANIZAÇÃO

SMOS – Serviço Médico Odontológico de Saúde
Mary Galvão e Mirian Moes

ALDEIA MATERNA - Círculo de Apoio à Maternidade
Chenia d’Anunciação www.aldeiamaterna.com.br

APOIO
PROEX/GEEX

Estagiários de Extensão 
Hortência Kalile Cedraz – Estudante de Fonoaudiologia                                             
Marcelino Sampaio – Estudante de Enfermagem                                            
Gabriela Cedraz – Estudante de Enfermagem